IMUNIDADE

o
O
Pra trilhar com coragem
Vou jogar fora as cascas
Vou ficar exposta
Pra ficar imune
dona de mim
e dos meus costumes
O
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14 comentários:

Cosmunicando disse...

adorei isso: jogar fora as cascas e ficar exposta.
Essa é a resposta pra chegar ao cerne.
Adorei o novo formato do blog, super clean (estou pensando em mexer no meu também).
Parabéns,
beijos

SIMONE GOIS disse...

nué menina, mudar faz bem, nem que seja pra depois mudar de novo.
beijos.

Fernando Rozano disse...

poema emblemático...gosto do tom e da imagens, que instigam o imaginário. beijo, Simone.

Niemarbrasiliainvisivel disse...

Simone: retribuindo a visita gostaria de agradecer sua passagem pelos labirintos de Niemar. Vejo que nunca estamos imunes e que sempre precisamos trocar as cascas, como as cigarras, para novas cantigas.
Ainda degusto teus poemas; rumino rumino rumino...

Ze urbano disse...

nem sempre o que está exposto aparece.Nós, cascas sobre cascas rumo ao desconhecido. "Ninguém é tão forte que possa carregar o peso de ser o que é, sozinho..." Parabéns. me visita! fernando

Alex Alves disse...

Adorei! Seu talento para a poesia é indiscutível, seja ela em muitos ou poucos versos.
Fico muito feliz em saber que eu ia levar um puxão de orelhas seu pelo meu sumiço do blog - sinal que faço falta aos amigos! :)
Explico as minhas razões: ando estudando para tentar crescer dentro do serviço público, além de estar trabalhando bastante e começando a articulação para uma possível participação na campanha política de 2010. Sonho? Claro que sim! Mas com bastante trabalho, pode virar realidade.
Muitíssimo obrigado pelas suas palavras! As suas visitas ao meu blog só me enchem de orgulho! E a indicação do seu blog ao prêmio é mais do que merecida, tamanha a qualidade dos seus textos e reflexões.
Só te peço para realizar duas pequeníssimas correções: aquele texto descrevendo o Prêmio Dardos não é meu, e sim do criador do prêmio. Quem vai ganhando vai copiando e colando, mas o iniciador da coisa eu não sei bem quem é. Por isso é melhor deixar só entre aspas mesmo, sem autor. :)
E a outra correção é mais simples ainda: na minha descrição, pela qual fiquei lisonjeadíssimo, você antecipou um fato: estou no final do curso de Direito, mas ainda demoro um pouco a me tornar advogado. Acho que é melhor falar da profissão que tenho pela minha primeira graduação (Publicitário), já que essa ninguém me tira :)
Querida, muito obrigado por tudo!
Beijos,
Alex

Jacinta Dantas disse...

Caramba!
que poema bonito. Forte, determinado: um grito bem alto à vida. Sem máscaras.
Um abraço

ROSÁLIA LERNER disse...

Simone
Eu demorei mas não pense que me passou... sem ser notada a delicioda
O GATO E O VERSO que voc~e comentou no meu blog.
Quanto a esta sua poesia /colocação, só posso elogiar a atitude e a forma poética Parabéns
Rosália

Casulo Temporário disse...

belo poema, belo blog.
Parabéns.

J.R. Lima disse...

tirar todas as cascas
me respirar
até a última lasca
se diluir no ar

***************

gosto deste blogue, sabes?

Um abraço!

Lídia Valéria disse...

O melhor que temos a fazer...
Desnudar-nos das cascas: "As aparências"... Tenho um poetrix que fala assim.
Difícil, porém, só o começo. Não impossível.

Amei sua inspiração. Acolhi.Pareceu-me sincera.
Parabenizo-a pelo seu blog. Voltarei.

Ficaria feliz se visitasse o meu.
Entre, a casa é sua.
magiadocontato.blogspot.com
Começando...
Shalom!
Lídia Valéria Peres

SIMONE GOIS disse...

Shalon Lígia!
Gostei demais da sua presença, já dei um pulo lá na tua casa e ela é linda, belos e ternos teus poemas.
volta que te aguardo.
beijos

SIMONE GOIS disse...

J, voltar ao plasma e recomeçar.
beijões

Pavitra disse...


gostei muito da sua imunidade ao que é descartável... :)