MAIS QUE IDADE

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Enquanto o medo algema a alma em ferrolhos de nervos, grilhões do acaso, cativeiros do passado; em destemida fragilidade meu ser arremesso, despedaço o elo do temor e recomeço em franca liberdade. Viva a maturidade!
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2 comentários:

Adriana Costa disse...

Que bom que me achaste e gostaste do meu cantinho!

Eu já tinha gostado dos poemas que você declamou durante a oficina do Carpinejar, e agora aqui reafirmo: poesia maiúscula e com identidade! Os cânticos são muito sensíveis e bonitos. Gostei muito!

Já está linkada!

bjs @>--

MEUS TEXTOS disse...

Adriana,

Que palavras legais, heim. Muito obrigado.

Por falar no Fabrício, eu fiz um poema pra ele que só termina em MENTE!!! pode!?
ele vai ficar maluco né!? hshshs!!
beijos
simone